Mensagem do Presidente

A Fidelidade Continua

Ajudar os nossos clientes e colaboradores a enfrentar o desafio sanitário colocado pela COVID-19 tem sido a primeira prioridade da Fidelidade. As notícias que chegaram de Itália e de Espanha alertaram-nos para a gravidade da situação e para a necessidade de adotar medidas de forma imediata. Medidas para salvaguardar a saúde dos colaboradores e de todo o universo de pessoas com as quais estamos em contato diariamente: clientes, mediadores, acidentados, etc.. Quando foi decretado o Estado de Emergência, já tínhamos os grupos de crise a funcionar, quase todos os colaboradores a trabalhar em casa, limitadas as presenças nos centros de atendimento clínico aos casos urgentes e estudadas as primeiras medidas de mitigação para apoiar os mais de dois milhões de clientes da Fidelidade.

À medida que a situação sanitária foi entrando em estabilização e que o país passou a melhor dominar os mecanismos de prevenção e mitigação da doença, foi-se instalando, em contraponto, uma crescente incerteza quanto às consequências económicas e sociais da pandemia. Como indivíduos e consumidores, todos nós mudaremos as nossas atitudes.

A ordenação das prioridades pessoais não é, de facto, ainda clara, mas com toda a probabilidade se antevê que a procura de maior segurança dominará os anseios básicos dos cidadãos, por efeito de passarem a ter uma maior aversão ao risco. De facto, a COVID-19 tornou o risco pandémico visível para toda uma população que estava inconsciente da sua existência, trazendo à memória coletiva os grandes medos históricos de outras épocas.

Ora, é neste contexto de procura de segurança por parte dos cidadãos que o nosso lema, “para que a vida não pare”, assente na nossa visão humanista do mundo, ganha ainda mais sentido. As seguradoras existem, é certo, para proteger as pessoas e os seus patrimónios, especialmente vulneráveis em tempos de crise. O que nos torna diferentes, não é tanto o que fazemos, mas sim como o fazemos, estando presentes na altura certa, com uma atitude próxima e atenta e com a proposta mais adequada para cada situação em concreto.

Ao lidar com fatores determinantes do bem-estar coletivo, como a saúde, a poupança, a reforma, a educação, a proteção do emprego, da habitação, entre outras, o Grupo Fidelidade terá agora ainda melhores condições para provar que merece ocupar um papel relevante na vida dos seus clientes e das comunidades em que eles se inserem, em diversas geografias. Este campo de intervenção comunitária inclui o apoio a organizações do setor social que protegem cerca de um milhão de cidadãos e que são indispensáveis para a coesão social.

No contexto do Prémio Fidelidade Comunidade, as nossas equipas acompanham as organizações que estivemos a apoiar nos últimos anos e acelerámos o processo de alocação dos montantes atribuídos na edição 2019.

Quero expressar a minha profunda gratidão a todos os nossos colaboradores e parceiros que, com talento e compromisso, têm permitido à Fidelidade cumprir o seu papel de ator responsável no panorama empresarial português.

“As seguradoras existem, é certo, para proteger as pessoas e os seus patrimónios, especialmente vulneráveis em tempos de crise. O que nos torna diferentes, não é tanto o que fazemos, mas sim como o fazemos.”

Jorge Magalhães Correia,
Presidente do Conselho de Administração, Fidelidade